http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia |
Os testes ajudaram os cientistas a mapear como as emoções atuam nas diferentes áreas do cérebro, e a diferença de como lidamos com os sentimentos. "De um modo prático, se você está sentindo uma dor, ou fazendo um procedimento doloroso, ter alguém que ama ao seu lado - ou uma foto de quem você ama - pode diminuir a dor sentida", explica Naomi Eisenberger, professora-assistente de psicologia da UC, e responsável pela pesquisa.
Apesar de não conseguirem especificar o local do cérebro que é responsável pelos sentimentos, os cientistas notaram que as mulheres apresentavam mais atividade na região associada com a sensação de segurança ao olhar as fotos de seus namorados ou maridos.
Aliás, quanto maior o tempo de relacionamento, mais segura a mulher se sente em seu amor, mais confiante fica e, portanto, acaba sentindo menos dor. Isso acontece porque a atividade nessa região do cérebro inibe a "movimentação" em outros pontos, incluindo os responsáveis pelo medo e pela ansiedade - que atuam diretamente com a intensidade da dor. "Isso mostra o quão forte é o efeito de um amor em nós. Um amor pode nos fazer sentir menos dor, simplesmente por pensarmos naquela pessoa que amamos", confirma Naomi.
As canções falam sobre a dor do amor. O amor apaixonado, diz o estudo, tem o mesmo efeito que um analgésico. Cientistas dos Estados Unidos descobriram que os sentimentos intensos e apaixonados de amor podem oferecer "um incrível efeito analgésico", semelhante ao dos medicamentos.
"Quando a pessoa está nessa fase apaixonada e até obsessiva do namoro, ocorrem alterações em seu estado de ânimo que têm um impacto em suas experiências de dor", afirma Sean Mackey, que dirigiu o estudo publicado no periódico da Biblioteca Pública de Ciência dos Estados Unidos, PLoS ONE. "Agora estamos começando a entender alguns desses sistemas de recompensa do cérebro e a forma como influenciam na dor."
"Quando a pessoa está nessa fase apaixonada e até obsessiva do namoro, ocorrem alterações em seu estado de ânimo que têm um impacto em suas experiências de dor", afirma Sean Mackey, que dirigiu o estudo publicado no periódico da Biblioteca Pública de Ciência dos Estados Unidos, PLoS ONE. "Agora estamos começando a entender alguns desses sistemas de recompensa do cérebro e a forma como influenciam na dor."
Estes são sintomas cerebrais profundos que envolvem a dopamina, um dos principais neurotransmissores que influenciam o estado de ânimo, a recompensa e a motivação, explica o cientista.
Há tempos se sabe que os sentimentos fortes e apaixonados estão relacionados a uma atividade intensa em várias áreas cerebrais, que incluem zonas vinculadas à dopamina, o composto químico que produz uma sensação de bem-estar no cérebro depois da ingestão de certos estimulantes, a exemplo de doces ou drogas – como a cocaína.
(Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia)
Então é isso! Não tem remédio melhor pra dor que o amor. Sendo assim, AMEM MUITO!
Beijinhos, a garota do Blog.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe seu comentário! Leave your comment! Deja tu comentario!